A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura possíveis irregularidades na comercialização de terrenos, jazigos e sepulturas no cemitério municipal de Sinop já ouviu 34 pessoas. Entre os depoentes estão servidores que atuavam no local, funcionários que assumiram posteriormente e integrantes da Secretaria de Obras.
Também prestaram depoimento os três últimos titulares da pasta: Lúcio Silva, Vilmar Scherer e o atual secretário, Lindomar Guida.
Segundo o relator da CPI, vereador Ênio da Brígida (PSDB), a comissão realizou 11 reuniões e deve promover a 12ª no próximo dia 6. Até lá, os parlamentares devem analisar documentos, denúncias, informações apresentadas por servidores e imagens recebidas durante as apurações.
A próxima etapa deve envolver o depoimento de pessoas citadas nas investigações. O relator afirmou que a comissão pretende adotar cautela e avaliar a necessidade de apoio jurídico antes de iniciar essa fase.
“De acusados, a gente não ouviu ninguém ainda”, afirmou Ênio, destacando que o objetivo é reunir elementos suficientes antes de apontar eventuais responsabilidades.
A CPI investiga possíveis irregularidades na comercialização de espaços para sepultamentos, além de eventuais pagamentos feitos a agentes públicos ou particulares. Também são analisados procedimentos administrativos, formas de pagamento e possíveis falhas nos mecanismos de controle e fiscalização.
As denúncias que motivaram a abertura da comissão relatam supostos pagamentos realizados diretamente a terceiros para aquisição de terrenos no cemitério, com valores que variariam entre R$ 2 mil e R$ 20 mil.
A CPI tem até 29 de dezembro para concluir os trabalhos e apresentar o relatório final. O relator afirmou acreditar que a investigação será encerrada dentro do prazo, sem necessidade de prorrogação.
Fonte: Redação
Foto: Reprodução
Segundo o relator da CPI, vereador Ênio da Brígida (PSDB), a comissão realizou 11 reuniões e deve promover a 12ª no próximo dia 6. Até lá, os parlamentares devem analisar documentos, denúncias, informações apresentadas por servidores e imagens recebidas durante as apurações.
A próxima etapa deve envolver o depoimento de pessoas citadas nas investigações. O relator afirmou que a comissão pretende adotar cautela e avaliar a necessidade de apoio jurídico antes de iniciar essa fase.
“De acusados, a gente não ouviu ninguém ainda”, afirmou Ênio, destacando que o objetivo é reunir elementos suficientes antes de apontar eventuais responsabilidades.
A CPI investiga possíveis irregularidades na comercialização de espaços para sepultamentos, além de eventuais pagamentos feitos a agentes públicos ou particulares. Também são analisados procedimentos administrativos, formas de pagamento e possíveis falhas nos mecanismos de controle e fiscalização.
As denúncias que motivaram a abertura da comissão relatam supostos pagamentos realizados diretamente a terceiros para aquisição de terrenos no cemitério, com valores que variariam entre R$ 2 mil e R$ 20 mil.
A CPI tem até 29 de dezembro para concluir os trabalhos e apresentar o relatório final. O relator afirmou acreditar que a investigação será encerrada dentro do prazo, sem necessidade de prorrogação.
Fonte: Redação
Foto: Reprodução