O governo da China reagiu neste domingo (4) às ações anunciadas pelos Estados Unidos na Venezuela e cobrou a libertação do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. A manifestação foi feita por meio de nota oficial divulgada por autoridades chinesas e repercutida pela imprensa internacional.
Segundo Pequim, a operação norte-americana representa uma violação do direito internacional e do princípio da soberania dos Estados. O governo chinês também condenou o uso da força em território venezuelano, classificando a iniciativa como desrespeito ao princípio da não intervenção.
A reação ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que forças norte-americanas realizaram ataques em larga escala na Venezuela e capturaram Nicolás Maduro. As informações seguem sendo acompanhadas pela comunidade internacional.
Aliada política e econômica de Caracas, a China defendeu que a crise venezuelana seja resolvida por meio do diálogo e da negociação, sem interferência externa, e alertou para riscos à estabilidade e à segurança da região.