O pré-candidato a deputado federal Nilson Leitão afirmou que a redução das filas para o tratamento do câncer passa pela descentralização dos serviços especializados e pela ampliação da parceria entre a rede pública e instituições privadas credenciadas.
Segundo ele, o tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento oncológico é um fator determinante para as chances de recuperação dos pacientes e exige medidas que acelerem o acesso a consultas, exames e procedimentos.
Entre as propostas defendidas por Leitão está a contratação de serviços da rede privada quando não houver disponibilidade de atendimento na rede pública.
“Se não houver vaga na rede pública, o serviço deve ser contratado na rede privada. O que não pode acontecer é o paciente esperar enquanto a doença avança”, declarou.
O pré-candidato também defendeu maior integração entre os sistemas público e privado, além da responsabilização de gestores em casos de atrasos considerados injustificados no atendimento.
Ao abordar o tema, Nilson citou sua atuação durante a gestão na Prefeitura de Sinop, quando foi iniciada a estruturação dos serviços de oncologia no Hospital Santo Antônio, em parceria com entidades da comunidade. Posteriormente, como deputado federal, participou das articulações para incluir o município no programa nacional de expansão da radioterapia.
Com a implantação do serviço em Sinop, pacientes de municípios do Norte de Mato Grosso passaram a realizar o tratamento mais próximo de suas residências, reduzindo a necessidade de deslocamentos para Cuiabá.
Na avaliação de Leitão, o fortalecimento de polos regionais de atendimento é uma das estratégias para ampliar o acesso aos serviços de saúde e diminuir a demanda reprimida.
“O importante é que ninguém espere por um tratamento que pode salvar sua vida. Se existe capacidade de atendimento, ela precisa ser utilizada”, afirmou.
Para o pré-candidato, o enfrentamento das filas do câncer depende de planejamento, expansão da oferta de serviços no interior do estado e gestão voltada para a rapidez no atendimento aos pacientes oncológicos.
Fonte: Redação
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